Conselheiro emite “Nota de Esclarecimento”; alega inocência e clama justiça

 

O Conselheiro Tutelar de Várzea Grande  afastado por determinação judicial, Felipe de Almeida entrou em contato com o site OEMPALLADOR e discorreu sobre a situação vivenciada. Almeida, discorda do ocorrido e colocou que durante o período para escolha e fase das candidaturas ao CMDCA foram apresentadas todas certidões, tanto da justiça Estadual, como da Federal. O Conselheiro acentua que o próprio Ministério Público não se manifestou à época e entende que ocorreu a preclussão lógica. Para finalizar a nota, Felipe disse que foi absolvido de um fato ocorrido em 2008 sobre os dispositivos da Lei “Maria da Penha”. (Veja Nota Abaixo).

*Nota de esclarecimento*

Venho a público esclarecer que durante o “Processo de escolha” para ser Conselheiro Tutelar apresentei todos os atestados de nada conta, expedidos pela Justiça Estadual e Federal.

Todos os requisitos para o edital foram atendidos e avaliados pela administração municipal do certame e pelo crivo do próprio Ministério Público, que na época não recorreu, (preclusão lógica).

Com relação ao processo de Maria da Penha, fato ocorrido em 2008, anexo abaixo, o dispositivo da decisão demonstra que fui Absolvido das acusações.

Se os fatos para o Afastamento do cargo de Conselheiro Tutelar são esses, considero que sou inocente e clamo por Justiça.

Estou a disposição para maiores esclarecimentos.

Conselheiro FELIPE ALMEIDA

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