“Um homem desconhecido, com um celular e uma conta de Twitter, virou minha vida de cabeça pra baixo”, conta Emmanuel Cafferty, de 47 anos, “cancelado” no início de junho.

O cancelamento é mais do que a trollagem típica de internet, eventualmente com insultos coordenados, frequente em disputas de opinião entre usuários das redes. É um ataque à reputação que ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.

Extremamente frequente nos Estados Unidos, ele hoje também abate anônimos. Entenda com a repórter Mariana Sanches, nossa correspondente em Washington.