E todo o público a pandemia levou. O cinema está a migrar da sala para o sofá? “É um processo irreversível”

Cultura

As salas de cinema portuguesas registaram uma quebra no número de espectadores de 96% em julho e de 85,5% em agosto. Um fenómeno de massas irá tornar-se num negócio de nicho? Para onde caminha o futuro do cinema? O crescimento dos serviços de streaming encaminha a sétima arte para casa, apesar da NOS se mostrar “confiante e otimista no regresso do público”. O crítico cinematográfico Mário Augusto assegura, ao Expresso, tratar-se de um “processo em curso e irreversível”: o futuro aponta para salas mais confortáveis e tecnologicamente avançadas e vai passar-se a ir ao cinema “como quem vai ao teatro”

E tudo a pandemia mudou. Cinemas desertos. O negro do ecrâ que ninguém viu. Salas de onde não emana o cheiro das pipocas amontoadas em baldes gigantes. Um ritual a dois, em família ou partilhado com amigos ficou confinado em casa. A magia da sétima arte ficou domesticada no sofá. Assim foi durante pelo menos dois meses e meio, com as salas de cinema encerradas desde 16 de março.

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