Evandro lamenta saída do Santos, mas entende: “Clube mais do que nunca precisa revelar”

Evandro lamenta a saída do Santos, mas entende a decisão da diretoria. O contrato terminaria em 30 de junho e possuía cláusula de extensão por mais seis meses.

Pouco utilizado pelo técnico Jesualdo Ferreira, o meia de 33 anos “sentiu” o futuro no clube.

“No começo do ano saíram algumas notícias verdadeiras. Meu empresário foi ao CT do Santos para deixar acertada a extensão até o fim do ano, um desejo meu. Santos ainda não tinha opinião formada, falaram para esperar. O diretor William (Thomas), junto com o Jesualdo), falaram da vontade da minha permanência. Foram passando os primeiros meses… Eu estava jogando pouco, minha sensação era de que as chances estavam diminuindo de renovar. E quando veio o coronavírus, se confirmou. Se o Sampaoli tivesse ficado, situação seria outra”, disse Evandro, em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva.

Como justificou o presidente José Carlos Peres, o momento é de revelar jogadores. E Evandro concorda.

“Outra situação nítida para mim, e não digo se é certo ou errado, esse ano a prioridade sempre foi colocar os meninos da base. Isso é sempre muito bom para o clube. A situação financeira pega… Clube mais do que nunca precisa revelar. Meu espaço e oportunidades diminuíram. Foi um ano muito especial. Um ano de Santos e queria muito ter ficado. Faz parte”, concluiu.

Evandro é alvo do Athletico-PR, mas não houve proposta. Ele passa a quarentena em Blumenau, em Santa Catarina, e aguarda por uma definição para a carreira.

Gazeta Esportiva
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