Maria de Medeiros: “Os homens e as mulheres têm de ser feministas, como ser antifascistas”

Gravou com Tarantino (“Pulp fiction), venceu um dos prémios mais prestigiados do cinema, a Taça Volpi de Veneza 94 para Melhor interpretação feminina por “Três irmãos”, de Teresa Villaverde, e realizou, entre outros, “Capitães de Abril”. Maria de Medeiros regressa ao cinema nacional como protagonista de “Ordem moral”, realizado e fotografado por Mário Barroso.

O filme, que se estreia hoje, baseia-se na história verídica, ocorrida em 1918, de Maria Adelaide Coelho da Cunha, herdeira do fundador e proprietária do “Diário de Notícias”, que recusa discutir com o marido a venda do jornal, de que ele era à época diretor, ao mesmo tempo que lhe suporta as traições amorosas. Fugindo com um antigo motorista da família, 26 anos mais novo, é declarada louca pelo marido e internada, para que este possa enfim seguir em frente com os seus propósitos.

A sociedade evoluiu muito nestes últimos cem anos, mas há ainda uma “ordem moral” eminentemente masculina.

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