O amor sem melodia e a música sem limites de “The Eddy”, a primeira série do realizador de “La La Land”

Há coincidências que mudam tudo, prémios que juntam pessoas que nunca se cruzariam e erros que unem quem pouco ou nada teriam em comum. Foi assim com Damien Chazelle e André Holland, que não se conheciam de lado algum mas que uma obra do acaso juntou. Há quatro anos, e com um musical que pouco lugar teria entre as escolhas da Academia — facto é que dois anos antes tinha apresentado “Whiplash — Nos Limites” e ficou no radar de Hollywood —, Chazelle tornou-se o cineasta mais jovem de sempre a ganhar a estatueta de Melhor Realizador com “La La Land: Melodia de Amor”. Escapou-lhe o Óscar de Melhor Filme, entregue a “Moonlight” (com André Holland) depois de uma troca de envelopes que fez correr muita tinta.

Não tinham como saber que um dia viriam a juntar-se para um projeto anunciado com pompa — “The Eddy” é a aguardada primeira série do realizador que não entra em nada para perder (mesmo “O Primeiro Homem na Lua”, com o repetente Ryan Gosling como Neil Armstrong, não passou sem um Óscar na prateleira) — mas com pouca circunstância. É que, depois de pronta, a série que levou Chazelle e Holland a desenvolverem uma grande amizade que havia partido de uma simples admiração acabou por não ter a visibilidade de outros produtos da Netflix, apesar do peso dos envolvidos na empreitada.

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