Presidente apoia fechamento de clínicas ilegais e esclarece população sobre atividade

Da Redação

O Presidente da Federação Matogrossense das Comunidades Terapêuticas, Gilson Banegas, disse hoje (13/12), ao OEMPALLADOR que ficaram alguns pontos obscuros e pendentes de esclarecimentos  quanto ao fechamento de duas clínicas de recuperação em Vg. Para o Dirigente é importantíssimo a fiscalização dos órgãos constituídos, porém como foi colocado em alguns órgãos de imprensa, esses tipos de serviços prestados pelas clínicas não representam absolutamente em nada as Comunidades Terapêuticas sérias e nem a cartilha da Federação.

“Não comungamos com esses tipos de serviços, pois não nos representam, tratamos voluntariamente esses pacientes e não como estão fazendo, na marra” esclarece Banegas.

Para começar o tratamento, Gilson informou que as clinicas tem que serem acionadas por parentes, amigos,  e mesmo  assim, com total conveniência dos dependentes, mesmo por que o acolhimento é voluntário e não compulsório (obrigado), e quando chegam nos locais de tratamentos são assistidos por profissionais extremamente qualificados. Ainda conforme o Presidente, todos os pacientes são cadastrados na RAPS (Rede de Atenção  Psicossocial do SUS), juntamente com as unidades de tratamentos.

“A Federação apoia o fechamento dessas unidades ilegais, e essas pessoas irresponsáveis denigrem e afetam todo trabalho nosso, utilizam-se da dor da família para obtenção de vantagens financeiras”, posicionou o representante.

Denúncia : Gilson denunciou que todas as clinicas e Centro de tratamentos de Vg são irregulares, que as mesmas não possuem alvará da Vigilância Sanitária, pois foram identificados que os serviços prestados não corresponderia com os das  Comunidades Terapêuticas, e estariam atuando como clínicas e Centro de tratamentos e para tanto deveriam disponibilizar-se de médicos, enfermeiros e toda uma estrutura do serviço de saúde, e não o fazem. (Veja maquete abaixo como deveria ser o acompanhamento).

Banega denuncia que valores são pagos pelos poderes públicos sem critérios, “Essas supostas Clínicas  recebem entre R$ 2 mil à 4 mil por tratamento e mantêm em cárcere privado esses pacientes, isso é a grande realidade, os pacientes involuntários  tinham que serem apresentados ao MP e não fazem isso”.

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