Profissionais e empresários protestam pela reabertura de academias em Cuiabá

Álvaro Camargo / Arquivo Pessoal

Protesto de profissionais de educação física em Cuiabá

Profissionais de educação física e empresários donos de academias realizaram um protesto na tarde desta quarta (20) em frente à Prefeitura de Cuiabá pedindo a reabertura do setor. Na Capital, academias estão há dois meses de portas fechadas por conta dos decretos editados pelo prefeito Emanuel Pinheiro, cujas medidas que visam a redução da propagação do novo coronavírus.

O ato teve início na Praça Alencastro, em frente a prefeitura. Lá fizeram exercícios como forma de protesto. Depois, seguiram em carreata até a praça 8 de Abril, também na Capital, e lá também fizeram exercícios físicos. O segmento, que não é visto como essencial pela prefeitura, segue sem previsão de quando poderá retomar suas atividades, mesmo o presidente da República, Jair Bolsonaro, tendo publicado decreto reconhecendo as academias setor essencial.

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Ao , o presidente o Sindicato dos Estabelecimentos de Esportes do Estado de Mato Grosso (SIEEE), Vicente Soares Filho, reclama que o prefeito tem se mostrado irredutível aos pedidos dos donos de academias. “90% das academias de Cuiabá são pequenas e microempresas, não têm caixa reserva. Já são reconhecidas como essenciais, pois são importantes para as pessoas precisam, para a saúde delas, física e mental. O prefeito marcou uma audiência uns 15 dias atrás, mas mandou um assessor receber as academias”, revela.

Outros protestos

Na segunda (18), aproximadamente 50 empresários dos ramos de bares, restaurantes, academias e outros segmentos se reuniram em frente a um tradicional restaurante localizado na Praça 8 de abril, e também partiram em carreata para o prédio da Prefeitura de Cuiabá.

Impossibilitados de abrir as portas por conta dos decretos municipais, os empresários estimam que em torno de 10 mil pessoas perderam seus empregos somente na Capital e ao menos 26 empresas decretaram falência. Na próxima sexta (22), outra manifestação está prevista para acontecer a partir das 16h em frente à prefeitura. Desta vez, o ato deve reunir todos os setores que se encontram impedidos de funcionar por conta dos decretos.

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