Racismo, Brutalidade policial & necessidade das forças de ordem

O racismo e a brutalidade policial são intoleráveis. A morte de George Floyd é uma  tragédia. Ainda este ano tivemos um caso em Portugal semelhante: o de um ucraniano supostamente espancado até á morte por agentes do SEF. O facto de a vitima ser branca, não diminui o horror do acontecimento. Brutalidade policial é simplesmente inadmissível, independentemente do que a motiva e de quem é a vitima. Aliás, Brutalidade é inadmissível, qualquer que seja o seu agente. O racismo é um flagelo que continua a ser insuportável e com o qual teremos que conviver durante mais algumas décadas. Uma triste verdade. Se todos tendemos a estar de acordo com estes pontos, há que pensar na  tentação fácil seguinte: a de crucificar a policia e os policias. 

A maioria  dos policias não são umas bestas. E em Portugal,  episódios pouco abonatórios ocorrem, mas não de forma frequente. Seria o mesmo que dizer que os manifestantes de ontem são todos uns malandros do pior, apenas porque alguns veicularam mensagens de odio contra a policia na manifestação de ontem ( policia bom é o policia morto).

A repressão á brutalidade policial, tem sido mais do que eficaz e até, nalguns casos, excessiva. Relembro por exemplo o Policia que foi condenado por ter morto uma criança de 12 anos, durante uma perseguição de carro de assaltantes.

Não podemos tolerar brutalidade policial mas também precisamos de forças da ordem que não fiquem paralisadas com medo de serem acusados de brutalidade. Os policias não são melhores ou piores que o Povo em geral. São seres humanos, que exatamente porque cometem erros, estão sujeitos á Lei. Como todos nós.

É por isso, no mínimo, irónico, que parte dos manifestantes, que estão contra o racismo, também estejam, eles próprios,  a estigmatizar um grupo social.


4 comentários

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De Anónimo a 08.06.2020 às 18:22

Os manifestantes – tirando os burgueses tontos que querem ficar bem com todos – usam o discurso do ódio, de classe e também de raça, porque para eles o branco bom é aquele que se diz profundamente arrependido por todo o mal que a civilização judaica ou cristã com origem na europa fez aos puros e impolutos povos do resto do globo. Esquecendo as barbaridades que todos os povos fizeram e fazem. Ou seja, o branco bom só não terá white privilge se se ajoelhar a humilhar perante os gangues de meliantes e de terroristas de extrema esquerda e pelos vistos o José Miguel vai ser um deles. Get a life José Miguel

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De J.P. a 08.06.2020 às 23:57

Não tem que ter vergonha, mas tem que o assumir, e acima de tudo tem que reconhecer que entre aquilo que diz ser, e o que realmente é, vai uma grande distância. 

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De Anónimo a 09.06.2020 às 19:59

40 milhões de negros nos USA / 9 não armados, assassinados pela policia em 2019 : racismo

180 ou 200 milhões brancos / 19 não armados assassinadas pela policia : brutalidade ou nem por isso… 

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