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Eu sou o próprio estereótipo de uma pesquisadora apaixonada: introspectiva, tímida, insegura, reflexiva, observadora, gosto mais de escutar do que de falar, prefiro ficar em casa lendo do que ir a festas ou a um boteco jogar conversa fora. Inúmeras vezes fui criticada: “Nossa, você parece um bicho do mato, não se diverte nem relaxa nunca, está sempre trabalhando, estudando, lendo e escrevendo. Precisa se distrair e socializar mais ou vai acabar ficando uma velha triste, deprimida e solitária”.
Leia mais (07/27/2022 – 07h00)
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