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Para os hesitantes, os críticos, os decepcionados ou os desconhecedores, a reportagem especial da revista The Economist da semana passada foi uma certidão de óbito das práticas ESG (sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança). Tanto o título de capa (“ESG: três letras que não vão salvar o planeta”) quanto o tom duro da reportagem (“ESG é profundamente falho”) geraram aflição no mercado. Para quem aplica estas práticas: será que erramos? Para quem estava pensando aplicar: se a The Economist é crítica, então deveremos abrandar o nosso entusiasmo.
Leia mais (08/04/2022 – 13h46)
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