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Zeca entrou no posto de gasolina e sentiu seu coração bater forte no peito. Colocou a mão na cintura para ter certeza de que a pistola estava destravada. Não era a primeira vez que assaltava à mão armada, mas se sentia mais tenso do que de costume. Indicou a Ricardo, seu parceiro, que era hora. Ricardo renderia o rapaz que ficava no caixa e Zeca, na porta, olharia em volta. Quase onze da noite, ninguém por perto, seria simples e rápido como os demais haviam sido. Mas esse não foi.
Leia mais (07/24/2022 – 01h14)
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