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Tivéssemos tradição na literatura surrealista -há bons autores, não uma escola-, seria a hora de lançar mãos à obra. Jair Bolsonaro, sob a sombra do seu “esquema militar” e ameaçando arregimentar outros arruaceiros como ele próprio, decidiu jogar o governo, o sistema político e as eleições na mais escancarada ilegalidade. Há um golpe em curso, que não depende dos soldados de Paulo Sérgio Nogueira, ministro da Defesa. Seu palco de operações é o Congresso Nacional, e o general atende pelo nome de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, que apelidei, em razão de suas artimanhas carnívoras, não da má vontade do escriba, de Tiranolira Rex.
Leia mais (07/07/2022 – 18h51)
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