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Os casos de dengue no estado do Rio de Janeiro cresceram 177,6% nos primeiros cinco meses do ano,  na comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação a 2020, o aumento foi de 20,5%. Os dados são do terceiro boletim epidemiológico da dengue de 2022, da Secretaria de Estado e Saúde (SES).

Foram registrados 4.178 casos da doença neste ano. Destes, 1.672 ocorreram na cidade do Rio de Janeiro. A capital fluminense concentra o maior número de notificações de dengue, mas as regiões norte e noroeste do estado apresentam a maior taxa de transmissão.

Em vídeo divulgado pela SES, o secretário de Saúde, Alexandre Chieppe, atribuiu o aumento da ocorrência de dengue à circulação da dengue tipo 2, mesmo vírus que circulou no Rio de Janeiro em 2007 e 2008 e que, segundo o secretário, “causou uma das piores epidemias de dengue da história do estado”.

A dengue tipo 2 (sorotipo DENV-2) é predominante no estado, sendo registrada em 31 dos 92 municípios, o que equivale a 33,7% do seu território.

“Uma parte importante da população ainda não teve contato com esse sorotipo e, portanto, pode se contaminar. Existem quatro tipos de dengue, e as pessoas podem pegar os quatro”, alertou o secretário.

A secretaria reforçou a importância da população tomar cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.

Entre as ações recomendadas estão: não deixar água parada; limpar e esvaziar os pratos de vasos de plantas; manter caixas d'água, cisternas e outros recipientes de armazenamento de água bem fechados e evitar deixar garrafas e pneus em locais que possam acumular água.

*Estagiária sob a supervisão de Mario Toledo

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