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“A conta de estabilização me parece uma medida inteligente, melhor do que qualquer tipo de interferência na governança”, disse Pacheco, antes de seguir para o Plenário do Senado.

Para ele, o mérito do projeto é utilizar o excesso de lucro da União, na qualidade de acionista majoritário da Petrobras, na criação de uma conta de estabilização, num momento excepcional de crise, que subsidiaria parte do preço dos combustíveis em caso de alta dos preços, impedindo o aumento para o consumidor.

Ontem à noite, Pacheco foi convidado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para uma reunião com lideranças da Câmara. Ao final do encontro, Lira citou o PL 1.472/2021 como um dos pleitos de Pacheco. Ele afirmou que submeteria a questão aos líderes.

Pacheco, no entanto, discorda do colega de Congresso. Para ele, mudar, via medida provisória, critérios criados pela Lei das Estatais “não é necessariamente uma solução”.

A Lei das Estatais foi criada em 2016 para diminuir a interferência política e dar mais governança para as empresas. A influência política foi apontada como uma das responsáveis pela corrupção revelada na Operação Lava Jato. “Eu não posso estar reticente a nenhum tipo de iniciativa, mas não me parece que seja a solução diante de um problema casuístico, em função de uma guerra”, disse.

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