A coluna recebeu na noite de quinta-feira, 20, denúncia quanto ao atendimento oferecido por uma servidora com cargo de chefia lotada na Secretaria de Saúde de Várzea Grande, especificamente no CAPS Infantil. A reclamação foi feita no dia 22/07 junto a Ouvidoria Municipal, entretanto, com quase 30 dias a reclamante não obteve respostas. É bom frisar que a Ouvidoria é certificada como uma das mais célere de Mato Grosso. (Veja relato abaixo).
“Venho, por meio desta, registrar uma denúncia referente à conduta de uma servidora XXXXXX lotada no CAPS Infantil de Várzea Grande.
Relato que fui submetida a uma situação de constrangimento durante o atendimento, em razão de uma postura que considerei desrespeitosa, sem empatia e incompatível com o acolhimento esperado de um serviço de saúde, especialmente em uma unidade que atende crianças e famílias neurodivergentes.
A forma como fui tratada causou grande desconforto, demonstrando despreparo para lidar com usuários que necessitam de um atendimento humanizado e sensível às suas particularidades. Entendo que profissionais que atuam nesse tipo de serviço devem receber capacitação contínua para o atendimento de pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento e de seus familiares, garantindo respeito, acolhimento e comunicação adequada.
Além da minha experiência, ouvi relatos de que outros servidores também demonstram insatisfação com a forma de atuação da referida profissional, chegando a comentar que o ambiente de trabalho tem sido prejudicado por sua conduta. Solicito que esses fatos sejam apurados pela Administração, preservando-se o direito ao contraditório e à ampla defesa.
Diante do exposto, solicito que a Ouvidoria apure os fatos, adote as providências cabíveis e avalie a necessidade de orientação, capacitação e demais medidas administrativas pertinentes, visando assegurar um atendimento digno, humanizado e respeitoso a todos os usuários do CAPS Infantil”.
Agradeço a atenção e aguardo o retorno






















