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No sábado (2), o ex-xeque, Hiire Sadiki, da Uganda foi envenenado, pouco depois de sua esposa saber que ele havia se convertido ao cristianismo. Segundo ele, que se recusou a observar os rituais islâmicos do Ramadã, sua esposa o viu orando em nome de Cristo.

“Ela percebeu que eu tinha me convertido ao cristianismo. Ela me perguntou sobre o modo da minha oração. Eu disse a ela que eu acreditava em Issa (Jesus)”, disse Sadiki.

Sua esposa havia estudado o Alcorão e conhecia versos sobre punição por apostasia. Segundo Sadiki, ela saiu da sala e ligou para líderes muçulmanos, então voltou e começou a preparar o jantar.  Seu pastor revelou que Sadiki sofreu convulsões e vômitos após comer. Ele ligou para o pastor que  foi até sua casa e o levou para um hospital.

“Quando chegamos ao hospital, o condicionamento piorou. Ele começou a ter diarreia com sangue, náusea, vômito e dor abdominal severa”, conta.

Inicialmente Sadiki foi diagnosticado com intoxicação alimentar, e os médicos começaram a tratá-lo. No entanto, sua esposa e três filhos não foram afetados pela mesma comida, e Sadiki não respondeu aos medicamentos à medida que suas condições pioravam.

Além disso, segundo God Reports, outros testes indicaram que sua comida estava contaminada com uma substância tóxica relacionada a inseticidas usados para matar ratos.

“Ele tinha perdido alguma quantidade de sangue. Eu então liguei para sua esposa. Ela ficou tão irritada e começou a me xingar por converter o marido. Ela disse que não queria ser relacionada com ele, e que ela estava deixando-o, que seu marido merecia a morte por abandonar o Islã”, disse.

A constituição de Uganda e outras leis preveem liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a fé e converter-se de uma fé para outra. No entanto, esse foi o mais recente de muitos casos de perseguição aos cristãos.

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