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Na agitada temporada teatral do verão boreal, houve três montagens de “Ricardo 3º”, de William Shakespeare. A britânica Royal Shakespeare Company escalou um ator com deficiência física para interpretar o monarca “deformado”; na produção do festival Stratford, em Ontário, Canadá, o papel de protagonista coube a um homem branco sem deficiência; e, na montagem nova-iorquina do Free Shakespeare in the Park, a uma mulher negra. Quem tem razão? Papéis de personagens com claras distinções raciais, de orientação sexual ou com características físicas bem definidas devem ser reservados para atores com esses mesmos traços?
Leia mais (08/06/2022 – 14h00)
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