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“A ideia do ferimento ainda não fizera o seu caminho até mim. Eu estava no chão, de barriga para baixo, os olhos ainda fechados, quando ouvi o barulho dos tiros se separar totalmente da farsa, da infância, do desenho e se aproximar do poço ou do sonho em que eu me encontrava. O sujeito que caminhava até o fundo da sala e na minha direção atirava uma vez e dizia: ‘Alá akbar!’. Atirava outra vez e de novo repetia: ‘Alá akbar!’.”
Leia mais (08/02/2022 – 10h00)
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