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A Mountain é uma marca que nos tem impressionado bastante nos últimos anos, ao na minha opinião, ter começar da melhor forma possível! Como? Muito simples! Ao lançar produtos de qualidade inegável, e claro, bastantes diferentes daquilo que já poderíamos encontrar neste saturado mundo dos teclados, ratos, etc…

Dito isto, na Leak.pt, temos tido a sorte, e na realidade, o prazer de acompanhar a fabricante, sendo cada vez mais incrível a forma como a empresa aparente estar a crescer, e ao mesmo tempo, apresenta ainda mais vontade de experimentar coisas novas, ao lançar produtos de qualidade inegável, com funcionalidades que provavelmente nem sabia precisar.

Quanto à review em si, a Mountain é uma empresa obviamente muito conhecida pelo seu teclado modular Everest Max. Um teclado que viralizou na Internet, e que por isso mesmo, tem gozado de algum sucesso, apesar do seu preço um pouco acima do que alguns consumidores gostariam de ver.

Dito isto, se por acaso não está convencido com os produtos da Mountain, o Everest Max foi também um teclado, que pelo menos no meu caso, chegou cá a casa, olhou para a minha secretária, e simplesmente conquistou o seu lugar para nunca mais sair.

Bem… Mentira… Saiu agora para dar espaço ao Everest 60, um teclado muito similar, igualmente modular, mas mais pequeno. Mas será apenas essa a diferença? Vamos ver o que vale?

Mountain Everest 60: Mais pequeno, mas igualmente modular!

Everest 60
Everest 60 só o teclado, sem módulos.
Everest 60
Everest Max em cima e Everest 60 em baixo

Portanto, antes de mais nada, temos de perceber o que é o Everest 60, especialmente quando posto ao lado do seu irmão mais conhecido, o Everest Max.

Pois bem, estamos a falar de um teclado TKL ou 60%, com a mesma exata qualidade de construção que o Max já ofereceria, um conforto de escrita curiosamente superior, acompanhado por uma tecnologia pensada apenas e só para evitar ruídos irritantes no uso do dia-a-dia.

Além disto temos a possibilidade de trocar switches mecânicos com o teclado ligado, e claro, a possibilidade de acrescentar peças, como é o caso do teclado numérico.

Infelizmente, ao contrário do Everest Max, por enquanto, apenas existe um módulo extra, que é o teclado numérico. Além disto, os módulos do Max não funcionam neste novo teclado. O que muito provavelmente se deve à diferença de tamanho entre as placas principais dos dois teclado.

Mas, verdade seja dita, para mim, este é o ponto negativo mais importante, nos dois pontos menos bons que encontrei neste produto. (O segundo é a não inclusão de um descanso para os pulsos, na caixa do teclado.)

Afinal de contas, porque razão não posso ter os dois teclados, e ir trocando os módulos entre eles? Isto poderia abrir caminho a todo um ecossistema de peças/módulos para os produtos da marca!
Everest 60
Ambos os teclados com todos os módulos instalados

Consegue imaginar trocar de teclado, para uma nova versão da Mountain, mas continuar a utilizar os módulos que já tinha comprado? Para mim faria todo o sentido! Aliás, nem seria necessário ter compatibilidade com todos os módulos do ecossistema, como aceitaria no caso do teclado numérico, que têm um tamanho diferente. Mas o módulo de multimédia com o ecrã rotativo? Esse deveria ser compatível com o novo teclado!

Temos de perguntar à Everest, o porquê disso não ser uma possibilidade.

Especificações:

  • Estabilizadores: Cherry (montado na placa, lubrificados)
  • RGB personalizável
  • Key Rollover: NKRO por USB
  • Polling: 1000Hz/1ms
  • Keycaps: PTB double-shot
  • Memória interna: até 5 perfis
  • USB-C
  • Peso: 768g
  • Materiais: Alumínio e ABS
  • Preço: 139€

Mini-Review

Everest 60

Apesar de gostar mais do Everest Max, porque… Bem, não preciso de levar o teclado para lado nenhum, e o espaço ocupado na secretária não me chateia muito. O Everest 60, apesar de mais simples, e com menos módulos para se brincar, parece ser um teclado ligeiramente mais confortável, e mais amigo de utilizações prolongadas, seja para trabalho, ou para gaming.

Isto, ao mesmo tempo que também chega ao mercado a um preço muito mais amigo da carteira. Ao fim ao cabo, é um teclado mecânico, de qualidade inegável, a custar 139€ (na sua versão base).

Dito isto, a um preço mais baixo, e com um design mais simples, à primeira vista, o novo Everest 60 parece ser um teclado ‘versão budget’ relativamente ao já lançado Max. Ou vá… Uma versão menos ‘sharam’ do seu irmão mais velho. Mas isto não é de todo verdade. Sim, é mais barato! Sim, também é obviamente mais simples. No entanto, também demonstra que a equipa foi capaz de aprender algumas lições com o lançamento do seu primeiro teclado!

Lições essas, que acabaram por resultar num teclado discutivelmente superior para aquilo que realmente interessa, ou seja, o uso no dia-a-dia. Vamos aos prós e contras!

Prós:

  • Qualidade de construção brutal
  • Módulo NumPad pode ser montado no lado esquerdo, ou no lado direito.
  • O software (Base Camp) está cada vez melhor!
  • Silencioso
  • Design minimalista
  • 3 entradas USB-C
  • Switches hot-swappable
  • Personalização

Contras

  • RGB podia ser mais brilhante
  • Não traz descanso para os pulsos incluído
  • Módulos do Everest Max não funcionam neste teclado.

Conclusão

Everest 60

Em suma, quando recebi o teclado, por ter sido um dos primeiros a testar o Everest Max na Europa, sinceramente, não esperava nada de mais.

Ou seja, na minha cabeça, ia receber um Max um pouco mais pequeno, o que verdadeiramente me pareceu um pouco sem sentido! Afinal de contas, a base de todo o projeto original, era oferecer um teclado Modular. Ao ser modular, não interessa o tamanho, porque o teclado final, vai ter o tamanho que nós bem entendermos. Ou seja, se a ideia aqui fosse pelo menos similar, qual seria a diferença de ter um teclado 60%, 80% ou 100%, se podemos simplesmente tirar ou meter novos módulos?

Mas não… Estava enganado! O Everest 60 apresenta-se como uma alternativa diferente ao Everest Max, sendo já capaz de corrigir alguns erros, ao tentar ir por um caminho de design um pouco diferente, e obviamente mais minimalista. Como disse em cima, é uma versão menos espalhafatosa, mas que ainda assim, parece oferecer mais conforto, especialmente se é como eu e passa o dia agarrado ao teclado, seja a escrever, a jogar, ou simplesmente a ver memes na internet.

Talvez mais importante que esta filosofia de design diferente, é mesmo o facto de toda a qualidade de construção se manter igual, a um preço significativamente mais baixo.

Também é excelente ver todo o trabalho que tem sido feito na parte do software, com o Base Camp!

Uma aplicação que foi capaz de me irritar profundamente nos primeiros tempos da empresa, a aparecer agora na sua melhor forma de sempre. Temos muita personalização disponível, numa interface extremamente simples, e que até a minha avó seria capaz de usar… Bem… Se a minha avó soubesse o que é um teclado modular.

Entretanto, se quiser saber mais acerca do Everest 60, ou do resto dos produtos da fabricante, clique aqui.

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