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Conversando recentemente numa conferência internacional com duas colegas intelectuais e acadêmicas, uma francesa e uma americana e ambas de temperamento liberal -no sentido europeu do termo-, logo, sem o ranço ressentido das feministas, acompanhei os relatos delas sobre os modos de exercício de violência e de crueldade entre mulheres, filhas ou amigas das filhas, alunas, enfim.
Leia mais (07/31/2022 – 17h00)
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