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O velocista paraibano, que é da classe T47 (para atletas com deficiência nos membros superiores), terminou a prova, disputada no estádio Bislett, com o tempo de 10s57, mesma marca do norueguês Salum Kashafali, da classe T12 (para atletas com deficiência visual), que ficou com o ouro por causa do posicionamento do seu peito na hora em que cruzou a linha de chegada. A terceira colocação foi do argelino Skander Athman (T13), que finalizou o trajeto em 10s58.

Apesar de não ter vencido a prova na capital norueguesa, o bicampeão paralímpico na classe T47 manteve o posto de atleta paralímpico mais rápido do mundo. No dia 31 de março, durante o Desafio CPB/CBAt, realizado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, ele bateu o recorde mundial da prova em sua classe ao terminar o percurso em 10s29.

“Infelizmente, não tive uma boa saída. Mas também tenho de reconhecer o mérito do meu adversário [o norueguês Salum Kashafali]. Ele correu muito bem e tenho que aplaudi-lo na casa dele”, declarou o paraibano.

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