Cerca de 40 empresas que forneceram no ano de 2025 para a Prefeitura de Várzea Grande sem licitação, entraram no radar do MPE e TCE, além da abertura de um possível PAD interno para apurar culpados pela “farra” na Secretaria Municipal de Saúde, pasta que era comandada por Deisi Bocalon, responsável por 95% dos processos indenizatórios. O dossiê montado pela Auditoria teve aval da chefona do executivo, a Prefeita Flávia Moretti (PL), inclusive autorizou que a Controladora Geral, Elisangela Ribeiro, mandasse toda papelada pra frente. A engrenagem custou cerca de 15 milhões, mesmo assim, os Vereadores fizeram “vistas grossas”, não fiscalizaram absolutamente nada. A situação piora ainda mais, dado a capacidade intelectual do Presidente Wanderley Cerqueira, pois possui formação em perícia contábil e poderia emprestar seu vasto aprendizado. Num dos trechos do relatório que o site OEMPALLADOR teve acesso, o estudo deixa explícito descontrole total, “Falha no Planejamento e gestão : a mera necessidade de continuidade do serviço motivo informado pela SMS/VG nos processos indenizatórios, não possui justificativa válida para dispensar licitação. Desse modo, perpetuar pagamentos de serviços indenizatório, mecanismo que deveria ser utilizado de forma excepcional, evidencia falhas graves de Planejamento e gestão da administração municipal”. Por diversas vezes, Flavinha implorou para que os parlamentares lhe ajudasse vigiar as contas públicas, entretanto, só pensam em mudar nome de ruas.























